domingo, 18 de dezembro de 2011

Prendo-me de forma proposital.
E nunca penso no dia em que as amarras possam ser desfeitas.
Um nó frágil pelas circunstâncias... mas não deixa de ser um nó.
Limita-me o pensamento de tal forma que procuro não forçar,
Posto que pode magoar.
Não quero definir... Não busco interferir... Não vejo como não fugir
Mas apenas se houvesse lugar seguro para ir: não há!
Então pode acorrentar, amordaçar, prender...
Ficarei apenas se me despertares. Eu quero!!!
Eu assino, eu assumo...
Se repetir eu apago e escrevo novamente.
Bendita borracha: é Tempo.

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