Eu costumava ser irredutível nas minhas decisões.
Cuidava de todos os detalhes, de todas as
desculpas,
de todas as
hipóteses, para que de alguma forma,
eu fizesse
que a minha verdade se tornasse,
não a verdade absoluta, mas àquela na qual,
pelo menos naquele momento,
naquele instante estratégico de necessidade,
fosse a verdade em que todos passassem a acreditar.
Eu
acreditava que desta forma, eu poderia fazer com
que as pessoas confiassem em mim.
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